Dirigido por Paul Verhoeven, “Benedetta” chega aos cinemas brasileiros


Baseado em fatos, o filme francês aborda temas como sexualidade e religiosidade; a estreia é nesta quinta-feira (13)

Envolto a polêmicas, mas com boa recepção da crítica internacional, o longa-metragem francês “Benedetta” chega oficialmente aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (13). Exibido no Festival de Cannes, a produção tem fundamento em fatos reais e narra a história de Benedetta Carlini: uma freira que viveu em um convento em Toscana e era tinha constantes visões religiosas e eróticas – muitas delas, com sua colega de quarto. A direção é de Paul Verhoeven, reconhecido por “Robocop” (1987), “Instinto Selvagem” (1992) e “Elle” (2016).

Pincelando temas como homossexualidade, repressão, diversidade e religiosidade, o longa é ambientado na Toscana do século XVII. A protagonista, Benedetta Carlini fez parte de um convento desde a infância. Ainda jovem, ela supostamente possuía o dom de fazer milagres. Porém, ao longo da vida, ela convivia com visões que mesclavam erotismo e religiosidade.  Ainda nesse contexto, Benedetta era assistida por uma companheira de quarto, com quem viveu um romance conturbado, ameaçando sua permanência no convento. 

Para dar vida ao drama foram escalados Virginie Efira, Daphné Patakia, Charlotte Rampling, Lambert Wilson, entre outros nomes.

E para compor a trama Paul Verhoeven contou com a ajuda de David Birke. Eles escreveram o roteiro baseando-se na história real de Benedetta Carlini.

Além disso, apesar de não poupar polêmicas,  “Benedetta” foi eleito um dos dez melhores filmes de 2021, em um ranking feito pela revista francesa Cahiers du Cinéma, uma das mais respeitadas fontes da mídia impressa especializada.

A produção é de Saïd Ben Saïd e de Michel Merkt. Já na parte técnica, destacaram-se Jeanne Lapoirie, na fotografia, e Job ter Burg, na montagem do filme.

Publicação: Willian Schütz.
Contato por e-mail: redacao.willianschutz@gmail.com.
Crédito das imagens: Imovision/Divulgação.

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