Brandão lança “HIGH”, single que aposta em sonoridade psicodélica e visual surreal

O rapper cearense Brandão apresenta “HIGH”, novo single que chegou às plataformas digitais nesta quinta-feira (5), às 21h. Com uma atmosfera psicodélica e hipnótica, a faixa combina graves marcantes, 808s e hi-hats em uma produção que explora novas texturas sonoras, mantendo o trap como elemento central. A música tem produção de Arashiro, enquanto o próprio artista assume as etapas de gravação e mixagem.

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“Entre Facas e Segredos 2” fará sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2022

Segundo o portal The Hollywood Reporter, Entre Facas e Segredos 2 fará sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2022. A sequência, a qual será lançada no streaming Netflix, traz o detetive Benoit Blanc viajando para a Grécia para desvendar um inédito e misterioso crime envolvendo um novo elenco.

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“O Beijo da Mulher Aranha” é tema de discussão em evento online promovido pela Fundação Cultural Badesc, Sessão Divã e o Fórum Lacaniano

A Sessão Divã, parceria entre a Fundação Cultural Badesc e o Fórum Lacaniano, promove no dia 22 de maio, um bate-papo online sobre o filme nacional, “O Beijo da Mulher Aranha”. A partir das 19h, o psicanalista Leojorge Panegalli participa ao vivo no canal da Fundação no YouTube. O encontro conta com mediação da cineasta Vanessa Sandre – curadora do Cineclube da Fundação.

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Cineclube Rogério Sganzerla, Cine Paredão e Inffinito Film Festival apresentam Mostra Online Homenagem Domingos Oliveira

Os cineclubes Rogério Sganzerla e Cine Paredão, comumente atuantes no câmpus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) juntam-se ao Inffinito Film Festival para apresentar, a mostra Mostra Online Homenagem Domingos Oliveira, que vai de 05 a 31 de maio. A curadoria é de Renata Paschoal e conta com 14 filmes do diretor carioca.

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Mostra Descolonizados exibe quatro longas nacionais no Cineclube Ó-Lhó-Lhó

A mostra integra a programação de março do cineclube que fica no câmpus de Florianópolis do IFSC Para além das marcas deixadas por um longo histórico de colonização, há uma identidade cultural múltipla e diversa que percorre e define nossa sociedade, se manifestando também no cinema brasileiro e no latino-americano. Considerando esse contexto histórico e cultural, a programação de março do Cineclube Ó-Lhó-Lhó forma a mostra Descolonizados, que contempla filmes que abordaram algumas realidades de populações colonizadas, enfatizando a exclusão e a marginalização com suas próprias nuances e particularidades. O Cineclube Ó-Lhó-Lhó fica no Instituto Federal de Santa Catarina Câmpus Florianópolis (IFSC) endereçado na Avenida Mauro Ramos, número 700, bem no Centro de Florianópolis. As sessões são gratuitas e abertas ao público em geral. Para acessar a sala onde o cineclube é realizado, basta apresentar o RG na portaria do câmpus. Programação completa da mostra: Dia 06 de março, às 19h:“O Abraço da Serpente“, de Ciro Guerra (2016)Sinopse: Um explorador conta com a ajuda de um xamã em uma jornada pelo rio Amazonas em busca de uma flor lendária. Quarenta anos depois, a mesma busca é feita por um cientista, e o xamã deve decidir se ajudará o homem branco outra vez. Dia 13 de março, às 19h:“Carnaval Atlântida“, de José Carlos Burle, Carlos Manga (1952)Sinopse: O produtor de cinema Cecil B. de Milho está realizando um filme sobre Helena de Troia. Então, contrata o professor Xenofontes, especialista em história grega, para ajudar no roteiro. Os atores, no entanto, preferem realizar uma comédia musical e querem que o cineasta mude de ideia. Dia 20 de março, às 19h:“Macunaíma“, de Joaquim Pedro de Andrade (1969)Sinopse: O longa narra as aventuras de Macunaíma, o anti-herói preguiçoso e sem caráter. Ele nasce negro no sertão, mas vira branco, vai para a cidade com os irmãos e se envolve com prostitutas, guerrilheiras e enfrenta todo tipo de gente em sua jornada. Dia 27 de março, às 19h:“Bacurau“, de Kleber Mendonça Filho (2019)Sinopse: Os moradores de um pequeno povoado do sertão brasileiro, chamado Bacurau, descobrem que a comunidade não consta mais em qualquer mapa. Aos poucos, percebem algo estranho na região: enquanto drones passeiam pelos céus, estrangeiros chegam à cidade. Quando carros se tornam vítimas de tiros e cadáveres começam a aparecer, Teresa, Domingas, Acácio, Plínio, Lunga e outros habitantes chegam à conclusão de que estão sendo atacados. Falta identificar o inimigo e criar coletivamente um meio de defesa.

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“O Paraíso Deve Ser Aqui”, premiada comédia dramática de cunho autobiográfico dirigida por Elia Suleiman, estreia nos cinemas brasileiros

Chega aos cinemas brasileiros a comédia dramática “O Paraíso Deve Ser Aqui” (It Must Be Heaven) é do renomado diretor palestino, Elia Suleiman. A trama acompanha o deslocamento do personagem ressoa além da Palestina e retrata um desespero sentido em todo o mundo, com uma boa dose de humor. Em Florianópolis, o filme está em cartaz no Paradigma Cine Arte.

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Produções cinematográficas da Itália contemporânea são exibidas gratuitamente na Fundação Cultural Badesc

Um dos destaques da programação de fevereiro no cineclube da Fundação Cultural Badesc é a curadoria feita em parceria entre o Círculo Ítalo Brasileiro (CIB) e o Foco em Cinema: a Mostra Mostra de Cinema Italiano Contemporâneo. Cinco filmes italianos realizados nas últimas décadas são exibidos gratuitamente nos dias 04, 06, 07, 13 e 14 de fevereiro, sempre às 19h. As sessões têm mediação de Silvio Saffaro (membro do CIB) e Bruno Andrade (redator e editor da Revista Foco).

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A temporalidade contemplativa – crítica do filme “O Irlandês”, de Martin Scorsese

Mais uma vez a dupla Robert De Niro e Martin Scorsese é amplamente comentada pelo público cinéfilo e pela imprensa mundial. O novo longa-metragem “O Irlandês” (The Irishman, no original) vem com força na temporada de premiações cinematográficas 2019-2020. Só para o “grande prêmio da academia”, o Oscar, são 10 indicações. Seguido por “História de Um Casamento”, que tem 6 nomeações, o drama de Scorsese é a produção de maior destaque da Netflix.

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O destino sombrio da saga “O Exterminador do Futuro” nos cinemas

A saga Terminator (O Exterminado do Futuro, em português brasileiro) ganhou novos e históricos rumos com o sexto longa da franquia, lançado em novembro de 2019. Titulado “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” (Terminator: Dark Fate) marca o reencontro histórico entre Linda Hamilton (a emblemática Sarah Connor), Arnold Schwarzenegger (imortalizado como o ciborgue assassino T-800) e do produtor e co-roteirista James Cameron – criador da franquia.

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Recorte da produção francófona contemporânea é apresentado na Mostra Aliança Francesa de Cinema 2019

A Mostra Aliança Francesa de Cinema chega à terceira edição em 2019 e apresenta em Florianópolis um recorte da produção contemporânea em língua francesa. Entre os dias 19 e 23 de novembro, sete produções recentes são exibidas gratuitamente na Fundação Cultural Badesc, Centro da Capital. A comédia Le Poulain, de Mathieu Sapin, abre a mostra na terça-feira (19/11), às 19h.

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Crítico e assustadoramente comovente: “Coringa” é um drama denso que narra uma origem inédita para o Palhaço do Crime

A adaptação de um personagem de quadrinhos é um fenômeno cinematográfico, que dá novos ares à sétima arte Um mês depois da estreia nos cinemas mundiais, o longa-metragem “Coringa” (Joker), dirigido por Todd Phillips, transformou-se em um dos maiores fenômenos cinematográficos dos últimos tempos: uma adaptação de personagem de quadrinhos, que foge do maniqueísmo e torna-se um blockbuster (sucesso estrondoso de bilheterias) apresentando caráter autoral do diretor. Foi uma surpresa para boa parte do público, mesmo antes do lançamento, a escolha do cineasta Todd Philipps para a direção de “Coringa”: Phillips é famoso por assinar filmes de comédia como “Road Trip – Sem Regras” (Road Trip, de 2000), “Dias Incríveis” (Old School, de 2003) e a trilogia “Se Beber, Não Case!” (The Hangover). No entanto, em Joker, o diretor apresenta toda a sua bagagem de construção de cenas, um surpreendente ar de humor negro em um filme extremamente dramático, e, além de tudo, optou por transformar a trajetória do famoso vilão dos quadrinhos do Batman em uma produção com caráter autoral. “Coringa” é mais do que uma mera adaptação do vilão criado por Jerry Robinson, Bill Finger e Bob Kane, em 1940, e que passou por inúmeras transformações e adaptações ao longo das décadas: o protagonista do longa – que Todd Phillips assina o roteiro juntamente de Scott Silver -, é uma reconstrução completa do personagem, sem receio de o recriar por completo – apesar de aproveitar inteligentemente as referências dos quadrinhos e dos cinemas. O icônico vilão já apareceu em diversas adaptações para o cinema, interpretado por atores que tornaram-se consagrados tanto entre o público fanático pelas revistas, quanto pelos cinéfilos. Cronologicamente, são os atores que encarnaram o “Palhaço do Crime”: Cesar Romero, Jack Nicholson, Heath Ledger, Jared Leto e Cameron Monaghan (este último, na série televisiva “Gotham”). No entanto, a comparação entre a interpretação dada pelo ator Joaquin Phoenix ao Coringa, com as de seus antecessores, são injustas, no mínimo: além da diferença de abordagem e densidade, o personagem do longa lançado neste ano carrega peso narrativo enorme, passa por transformações dramáticas e impactantes o suficiente para que não seja surpreende a comoção do público com Arthur Fleck – que, com o passar dos eventos da trama, assume-se como “Coringa”. No filme, o Coringa tem pouco tempo de tela. A história desenvolve-se muito mais nos dramas cotidianos de Arthur Fleck – como, aos poucos, ele perde o controle da própria mente instável, por conta de uma inadequação social esmagadora. Então, como uma explosão incontrolável de revolta, Arthur torna-se um vilão. O interessante é que há grande humanização nessa transformação gradual – o bandido retratado em tela não é mau por natureza, mas vítima da sociedade em decadência e da própria mente igualmente desgastada. Para tanto, Joaquin Phoenix mostrou-se a escolha ideal: o ator transmite o drama tanto fisicamente, quanto pelas expressões marcantes – que são evidenciadas nos planos fechados e na utilização de enquadramento como: primeiro plano, primeiríssimo plano e plano médio curto. Tais decisões visuais são creditadas ao diretor de fotografia, Lawrence Sher – que também tem o mérito de ajustar até a paleta de cores das cenas, conforme a evolução dos personagens: passando de tons frios e sombrios, para cores vibrantes e quentes. Uma característica marcante do Coringa, em todas as suas versões, é a risada. Ao encarnar o personagem, Joaquin Phoenix utiliza-se de elementos do roteiro e de um profundo processo de imersão no psicológico de Arthur Fleck, para trabalhar tal risada de diversas formas, modificando-a: por vezes, consequente de um distúrbio patológico; outras vezes, pela ironia situacional; assim como, no último ato, pelo ar triunfal de uma autodescoberta. Phoenix utiliza-se do método de atuação Constantin Stanislasvki, que consiste em remeter-se a ações e experiências já vividas, para relembrá-las e aplicar expressões e nuances à atuação. Caso o ator “do método” não tenha vivido experiências parecidas com as de seu personagem, cabe a ele literalmente viver como tal dentro e fora do set de filmagem. É a utilização do método que faz a entrega de Joaquin Phoenix parecer ainda mais forte – considerando que o ator emagreceu cerca de 23 quilos somente para encarnar a nítida fragilidade física e psicológica de Arthur Fleck. As atuações de Zazie Beetz, como Sophie Dumond – interesse romântico do protagonista – e de Frances Conroy, como a mãe de Arthur – Penny Fleck – cumprem razoavelmente bem seus papéis de servir como gancho desencadeador de ações cruciais do personagem. Também integram o elenco: Brian Tyree Henry, Bill Camp, Brett Cullen, Bryan Callen, Carrie Louise Putrello, Dante Pereira-Olson, Douglas Hodge, entre outros nomes. Todd Phillips também tem méritos pela ambientação do filme: passando-se no final da década de 1970, a cidade de Gotham City remete aos bairros perigosos da Nova Iorque da mesma década – para isso, referências de filmes como “Taxi Driver” (1976), de Matin Scorsese e “Um Dia de Cão” (Dog Day Afternoon, lançado por Sidney Lumet em 1975), mostram-se evidentes. A sétima arte também é homenageada em “Coringa”, pois é possível perceber nitidamente de outros filmes como: ” O Homem Que Ri ” (The Man Who Laughs), de Paul Leni (1928), que serviu como inspiração para o personagem que é adaptado; “Um Estranho no Ninho” (One Flew Over the Cuckoo’s Nest), de Ken Kesey (1975), que retrata a instabilidade mental e a loucura de maneira humanizada, mesclando o drama com a comédia; “O Rei da Comédia” (The King of Comedy), de Martin Scorsese (1982), que é referenciado explicitamente com a magistral presença do ator Robert De Niro; “O Mestre” (The Master), de Paul Thomas Anderson (2012), no qual o próprio Joaquin Phoenix interpretou o protagonista, que tem semelhanças físicas e psicológicas com Arthur Fleck; entre tantos outros. O contexto social da cidade de Gotham City, na qual a história se desenrola, também é bastante relevante: passando por instabilidades políticas, altas taxas de criminalidade, marginalização das minorias e, para compactuar com a ambiência caótica, greve dos lixeiros. No entanto, alguns desses aspectos são deixados na superficialidade, a…

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“Encontros”, nova comédia romântica do diretor francês Cédric Klapisch, é uma das estreias de destaque no mês de outubro

“Encontros” (Deux Moi), comédia romântica dirigida pelo francês Cédric Klapischi, conta a história de dois jovens na faixa dos 30 anos, Rémy e Melánie, que são vizinhos, mas não se conhecem. Ambos tentam vencer a solidão da cidade grande no mundo moderno. Enquanto ele não tem animo para conhecer novas pessoas, ela multiplica seus encontros nos aplicativos de relacionamento. Dois indivíduos, dois destinos. Sem saber, seus caminhos os levam na mesma direção.

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